Por Daniella Oliveira
Com quase 30 anos de trabalho na área da Educação, a professora Alessandra Corbett Pisco quer usar sua experiência para contribuir de forma mais ampla na formação dos cidadãos. Pelo partido Podemos, a pré-candidata a vereadora em São Pedro pretende fortalecer a participação da mulher no cenário político da cidade.
Além de legislar para o povo e fiscalizar o dinheiro público, em seu plano de governo a professora pretende estimular o empreendedorismo e a tecnologia. “Continuarei trabalhando pela cidade e pelo povo de São Pedro sempre em busca de projetos inovadores e de ações que venham a melhorar a qualidade de vida da população em geral”, declarou.
Alessandra acredita que para ser um bom representante do Legislativo, é preciso ouvir as pessoas, conhecer suas reais necessidades. “Precisamos ouvir seus questionamentos e suas sugestões a fim de criar projetos, promover debates e fazer o trabalho para o qual o vereador é eleito. Pretendo criar mecanismos para que as pessoas participem e opinem sobre a construção e tomada de decisões para o município, como assembleias abertas em praças públicas, rodas de conversa e debates pela internet”.
A valorização dos profissionais da educação também será um tema essencial em seu trabalho. “Projetos de participação com indústrias parceiras da região para profissionalização dos alunos do ensino médio e qualificação, propiciando um maior leque de possibilidades profissionais e empregatícias; promoção da igualdade racial e LGBTQI+; além da promoção dos direitos juvenis”, disse ela.
Experiência

Com 47 anos, casada, mãe de uma filha, Alessandra Corbett Pisco é licenciada em biologia pela Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep), pedagoga, com administração e supervisão escolar pelo centro universitário de Araras Doutor Edmundo Ulson (Unar). Entre seus quase 30 anos de experiência profissional, exerceu as funções de coordenadora pedagógica, assistente técnico pedagógica na Diretoria de Ensino, na região Piracicaba, foi vice-diretora e diretora de escola e atualmente exerce o cargo de professora de biologia na rede estadual de ensino.
Visão da pandemia
Sobre esse período de pandemia da Covid-19, onde centenas de milhões de pessoas em todo o mundo e as economias de mais de 190 países tentam adaptar-se à realidade atual e frear as ameaças de recessão, a professora Alessandra acredita que algumas orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre o assunto são extremamente importantes.
“Para conter o avanço da doença é preciso promover o isolamento social e reforçar os hábitos de higiene, o que esbarra no crescimento econômico de cidades, estados e federação. O mundo mudou, existe uma necessidade enorme de capacitar profissionais para interagir com tais mudanças e desta forma abrir novos ramos de trabalho, com novo planejamento, ideias inovadoras, visando resultados de engajamento com a comunidade”.
Apesar do momento de crise, ela acredita numa oportunidade de união e de colaboração com a sociedade. “Num movimento coordenado com parceiros de negócio, escolas, universidades, institutos de ciência e tecnologia e organizações sociais, é possível lançar uma ampla frente de apoio para combater o coronavírus e consequentemente amenizar os problemas econômicos, sociais e políticos advindos desta pandemia”.
Alessandra ressalta que é hora de todos se reinventarem. “Devemos ser protagonistas de novas perspectivas, encontrada sempre por meio do conhecimento. O momento é propício para defesa da ciência e do conhecimento como ferramentas estratégicas para o enfrentamento desta pandemia e, também, como condição para o desenvolvimento do país”.
Quanto ao futuro, a professora Alessandra espera que a humanidade seja conduzida para outras dinâmicas nas relações, tanto interpessoal, como intrapessoal.
“Ainda que seja cedo para saber o que e como exatamente viveremos quando passar a fase mais crítica da crise, é possível vislumbrar algumas transformações como o aumento do trabalho na modalidade home office, dos serviços de delivery, das compras feitas via internet, uma maior dedicação e interação com a própria família, dar importância a continuidade dos hábitos de higiene, valorização dos pequenos produtores e produtores locais, telemedicina, uso de máscaras nas ruas e fazer reuniões por vídeo diminuindo viagens a trabalho”.






























