Três deputados estaduais devem entrar na briga pelo executivo piracicabano

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Com mandatos de deputado até 2026, parlamentares devem acirrar briga pela Prefeitura de Piracicaba;

As eleições municipais deste ano já começam a movimentar os bastidores políticos. A alguns meses do pleito oficial, os postulantes ao cargo de prefeito dão início ao embate de forma discreta, mas já é possível analisar um cenário prévio do que pode acontecer.

Em Piracicaba, por exemplo, três deputados estaduais são ventilados como candidatos ao Executivo: Helinho Zanatta (PSD), Alex de Madureira (PL) e Professora Bebel (PT). Somados a eles também devem entrar na disputa o ex-prefeito Barjas Negri (PSDB), o atual prefeito Luciano Almeida (PP) e o vereador Paulo Campos (Podemos). Existe a possibilidade de mais nomes concorrerem.

No caso dos deputados estaduais, eles não perdem o mandato se saírem derrotados. Entre os três deputados, o empresário Helinho Zanatta foi o último a ingressar na Assembleia Legislativa. Na eleição de 2022, Zanatta (que já governou duas cidades da RMP – Charqueada e São Pedro e foi considerado o melhor prefeito do país em três ocasiões) obteve 77.550 votos e se colocou como um nome forte da Região Metropolitana de Piracicaba.

Alex de Madureira está em seu segundo mandato, tendo sido eleito em 2018 com 118 mil votos e atingido 74.340 mil votos na última eleição. Já a Professora Bebel também exerce o seu segundo mandato como deputada estadual, é segunda presidente do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo de São Paulo (Apeoesp) e mantém relação próxima com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Calendário eleitoral

Entre 20 de julho e 5 de agosto passam a ser permitidas as convenções partidárias para deliberar sobre coligações e escolher os candidatos. Os partidos têm até 15 de agosto para registrar os nomes na Justiça Eleitoral.

As eleições municipais de 2024 ocorrem no dia 6 de outubro (primeiro domingo do mês) e um eventual segundo turno será no dia 27. O segundo turno é disputado apenas nas cidades com mais de 200 mil eleitores em que o candidato mais votado à prefeitura não atingiu maioria absoluta (mais da metade) dos votos válidos.

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